ESPECIAL: Metroid

Do jogo para o NES a uma das franquias mais fortes do mundo dos games, e com uma heroína de tirar o fôlego, Metroid vem ganhando mais fãs a cada dia que passa. A cada lançamento, o universo que rodeia a série vai ficando mais complexo e detalhes sobre Samus Aran vão sendo revelados. A evolução dos consoles também permitiu que a série passasse por mudanças na jogabilidade e na forma de se contar a história, acrescentando mais riqueza à série.


Aproveitando o embalo do anúncio de lançamento de Metroid: Other M, vamos rever todos os títulos dessa incrível saga!


METROID



O primeiro jogo da série foi produzido pela Gunpei Yokoi e lançado em agosto de 1986. Ficou conhecido pelo seu clima de sci-fi e, logo, tornou-se um sucesso absoluto.


Uma espécie de animais predadores chamada Metroid é capturada pelos Space Pirates. A Federação teme que os piratas descubram como usar os Metroids como armas biológicas e parte para o ataque, mas falha miseravelmente. A caçadora de recompensas Samus Aran é então designada para se infiltrar na base deles, o planeta Zebes, e destruir o líder Mother Brain.


O jogo tinha uma premissa simples: explore o planeta, encontre novos itens e, com eles, acesse novas regiões. E foi um tremendo sucesso. Jogadores passavam horas e horas explorando as regiões do planeta Zebes tentando encontrar todos os itens do jogo. O game também ficou marcado como um dos primeiros (senão o primeiro) a ter uma mulher como personagem principal: os jogadores descobriam no final que “o” herói era, na verdade, heroína, quando Samus tirava a armadura e aparecia de biquíni. Para a época, o jogo era graficamente bonito e a única reclamação que os jogadores tinham era sobre o sistema de Passwords utilizado para salvar o progresso, ao invés de uma bateria interna no cartucho.


18 anos depois, um remake do clássico foi lançado para o Game Boy Advance, com o nome Metroid: Zero Mission. Com gráficos renovados, um dos jogos mais queridos do NES estava de volta, dando a oportunidade de velhos fãs da série reviverem o clássico e de novos fãs conhecerem o início de tudo. O jogo inclue ainda a versão original do NES, que é destravada após terminar o jogo.



Mas não foram apenas os gráficos que mudaram. Uma área totalmente nova, a Space Pirate Mothership, foi adicionada após o confronto com Mother Brain. Nesse local totalmente novo, Samus perde a armadura e, pela primeira vez, os jogadores tiveram a oportunidade de controlar a heroína sem a Power Suit.

METROID II: RETURN OF SAMUS

O segundo jogo da série foi lançado para Game Boy, mas sua história ocorre após o fim da série Prime, que foi lançado apenas em 2002.


A Federação Galáctica, temendo que os Space Pirates usem os Metroids para fins maléficos, decide acabar de uma vez por todas com a espécie e envia uma equipe ao planeta SR388, a terra natal dos animais. Mas, após perder contato com a primeira equipe, várias equipes de resgate são enviadas, e nenhuma delas volta ou faz contato. Preocupada com a situação, a Federação ordena que Samus Aran vá até o local e destrua todos os Metroids de uma vez por todas.


Metroid II difere dos outros jogos da série pelo fato de que, para avançar no jogo, a coleta de itens não é tão importante. Destruir Metroids é. Quanto mais Metroids são destruidos, mais áreas novas são destravadas para continuar a caçada, e há ainda um contador de Metroids, que indica quantos bichos faltam para serem destruídos.


Foi a partir deste jogo que vários pequenos detalhes foram adicionados à série: pelo fato de o jogo ter sido feito todo em tons de cinza, não era possível diferenciar um upgrade de armadura, por exemplo. Por isso, a Varia Suit ganhou uma armadura extra nos ombros, detalhe marcante nesta versão da Power Suit. A abertura de mísseis no canhão de Samus também foi criada nesse game: no primeiro Metroid, a cor do visor e do canhão mudava para indicar ao jogador se ele estava usando tiros normais ou mísseis. Novamente, devido à falta de cor do Game Boy, criou-se uma pequena abertura no canhão, indicando que mísseis seriam disparados ao invés de tiros.


Uma versão deluxe foi planejada para o Game Boy Color, mas ela nunca foi lançada.

SUPER METROID

Super Metroid é, até hoje, um dos games mais queridos dos fãs da Nintendo e um dos melhores do Super NES. E é, para muitos, o maior responsável pela popularização da série.


Após a destruição dos Metroids no planeta SR388, Samus devolve a última espécie viva de Metroid para os cientistas na estação Ceres. Mas, assim que a caçadora deixa o local, Ridley, o responsável direto pela morte de seus pais, aparece e rouba a cápsula com o pequeno Metroid. Samus tenta recuperar a cápsula, mas não consegue. Fugindo da explosão da estação, a garota segue Ridley de volta ao Planeta Zebes e se infiltra novamente nos labirintos naturais do planeta para recuperar o espécime antes que seja tarde demais.


O jogo marcou época pelo imenso planeta e altíssimo foco em exploração, totalmente sem linearidade, tornando possível a obtenção de vários itens fora de ordem. Altamente rico em detalhes e com uma trilha sonora de primeira linha, é um eterno clássico que, com certeza, ainda vai ser jogado por muitos anos.


METROID PRIME



O primeiro jogo da trilogia Prime marcou o início de uma nova era em toda a série. Lançado no mesmo dia que Metroid Fusion (em 17 de Novembro de 2002), Prime exibia gráficos altamente detalhados e oferecia uma jogabilidade em primeira pessoa, onde só se via o canhão na tela. Havia o medo, tanto dos fãs quanto da produtora, a Retro Studios, de que o novo estilo não fosse bem aceito. Mas, para a alegria geral da nação Nintendista e dos fãs da série, o jogo era simplesmente um dos melhores que já se tinha notícia, sendo um dos poucos a receberem a nota máxima nas páginas da Nintendo World  #52.


O jogo se passa logo após os eventos do primeiro Metroid, dessa vez no planeta Tallon IV. Samus descobre que o planeta foi corrompido por uma substância mutante chamada Phazon, que chegou ao planeta através de um meteoro. Os Space Pirates, refugiados no planeta desde o ataque a Zebes, já estão aplicando a substância nas formas de vida locais, a fim de refazer seu exército. E, nas muitas ruínas da civilização Chozo, a espécie que acolheu Samus após a morte de seus pais, espalhadas pelo planeta, ela descobre que a cratera do meteoro está selada por doze artefatos. Ela deve acessar essa cratera e destruir a fonte de Phazon antes que os Space Pirates o usem para coisa muito pior.


Prime conseguiu a proeza de manter todo o clima da série mesmo com todas as modificações radicais na jogabilidade: você está sozinho, tem um planeta inteiro para explorar, e há upgrades para serem encontrados nos locais mais improváveis possíveis. Itens clássicos estão de volta, como os Mísseis, as Power Bombs e a clássica Morph Ball, que permite que Samus se transforme numa bolinha. E há outros itens totalmente novos, como o Ball Boost, que acelera seus movimentos quando em forma de bolinha, e a Spider Ball, que permite que você se grude em trilhas magnéticas especiais. Há agora quatro visores, cada um com uma função diferente. Além do Combat Visor que, como o nome já diz, serve para o combate, há ainda o Scan Visor, que permite que você escaneie inimigos e objetos no planeta para obter informações, o Thermal Visor, para enxergar fontes de calor, e o X-Ray Visor, que permite identificar objetos invisíveis e passagens secretas.


Apesar de o jogo parecer um FPS, o jogo não transmite a sensação de um jogo desse tipo de jeito nenhum. Primeiro porque, diferente de verdadeiros FPS como GoldenEye 007 ou Perfect Dark, o foco na exploração é bem maior do que no combate. Você passa muito mais tempo procurando upgrades, resolvendo puzzles da área ao seu redor e escaneando objetos do que matando inimigos. O pulo também é usado extensivamente durante o jogo, recurso muito pouco usado nos jogos FPS de verdade.

METROID FUSION



Lançado em 2002 para o Game Boy Advance, após oito anos sem nenhum título da série, Fusion serviu como continuação de Super Metroid, tanto no enredo quanto no estilo de jogo. Enquanto Prime teve como missão levar a série a uma nova dimensão, Fusion buscava manter a fórmula clássica da jobabilidade lateral em 2D que consagrou a série.


Samus é escolhida para escoltar uma equipe de pesquisadores da Federação Galáctica na superfície do planeta SR388, onde a reestruturação do ecossistema estava sendo analisada após a morte de todos os Metroids. Lá, ela foi infectada por uma espécie até então desconhecida, os parasitas X. O parasita infiltrou-se por toda a armadura da caçadora, deixando-a com sério risco de vida. Mas uma vacina de células de Metroid, o predador natural dos parasitas X, salvou a caçadora. Em seguida, ela partiu para a Biological Space Labs para exterminar de vez os parasitas, incluindo um clone dela mesma com poder total.


A comparação com Super Metroid foi inevitável. O jogo do Super Nintendo ganhava em termos de resolução, já que a tela do portátil era bem menor. Mas Fusion teve um conceito de arte bem diferente de todos os outros jogos que haviam sido lançados. A série sempre foi mais sombria e com cores mais escuras, mas Fusion é muito colorido, com paisagens exuberantes e chefes mais exóticos. Este também foi o primeiro jogo realmente linear da série. Um computador, chamado Adam, orienta você em sua jornada e faz o “favor” de bloquear os locais em que você não deve ir. Mesmo assim, Fusion não deixa de ser imperdível.


METROID PRIME 2: ECHOES

Echoes foi lançado dois anos depois e não fez feio. Seguindo o mesmo estilo de jogabilidade que seu antecessor, Echoes continua a história envolvendo a substância mutante Phazon e adicionando duas outras espécies na trama.

Num planeta distante chamado Aether, os Luminoth viviam em harmonia com o meio local. Eles construíram três grandes templos, um em cada região do planeta, e os ligaram ao lugar que era considerado o mais sagrado de todos, o Grande Templo, no centro do planeta. Mas a paz só durou até a colisão de um meteoro com o planeta, que resultou na formação de um outro planeta, numa outra dimensão: Dark Aether, uma versão envenenada e sombria do planeta original. Do Dark Aether, surgiu uma nova espécie, que os Luminoth decidiram chamar de Ings.

Os Ings e os Luminoth logo iniciaram uma guerra pelo controle do planeta. Os Luminoth não conseguiam sobreviver no ambiente hostil do Dark Aether, enquanto os Ings não suportavam a intensa luz do Light Aether, mesmo controlando alguns Luminoth. Era preciso, literalmente, roubar a energia do planeta oposto para sair vitorioso. Os Luminoth, então, construiram um módulo de transferência de energia para tentar roubar a energia dos templos do Dark Aether. Mas o plano dos Luminoth falhou. O módulo foi roubado pelos Ing e usado contra eles. Apenas com a energia do Grande Templo, os Luminoth estavam perto do fim. É aí que entrava a nossa heroína. Samus Aran foi enviada para investigar a falta de comunicação de uma nave da Federação Galáctica e, lá, ficou sabendo da situação com o único Luminoth que guardava o Grande Templo.

O jogo gira totalmente em torno do conflito entre as duas raças. O objetivo central é recuperar a energia dos três templos do Dark Aether e devolver essa energia ao respectivo templo no Light Aether. Para acessar cada templo no mundo sombrio, será preciso recuperar três chaves espalhadas pela região. No Dark Aether, zonas seguras estão espalhadas por todo o lugar, para manter Samus segura. Fora dessas zonas, o dano é constante. Portais para alternar entre os mundos estão espalhados em diversos pontos (alguma semelhança com A Link to the Past?) e, para ativá-los, utilizam-se dois tiros de canhão novos: o Light e o Dark Beam, estes com munição limitada. E, enquanto Samus tenta ajudar os Luminoth, ela tem que lidar com um outro problema. Dark Samus, um ser formado de Phazon originado em Tallon IV, está absorvendo todo o Phazon que encontra no planeta e se tornando cada vez mais forte.

Comparado ao primeiro jogo da trilogia, Echoes não fez o mesmo sucesso, apesar de ter passado longe de ser ruim. O título tem uma paisagem e paleta de cores muito mais sombria, para acentuar a sensação de que a escuridão está dominando a luz no planeta Aether. No quesito itens, um velho conhecido volta à ativa: o Screw Attack, que agora permite que você dê diversos pulos para alcançar plataformas distantes e escale paredes verticais específicas (Wall Jump). O visor térmico não voltou mas, em seu lugar, está o visor sônico, que permite visualizar e disparar ondas sonoras. E um destaque especial para, talvez, os maiores e mais criativos chefes da série. Um deles, por exemplo, deve ser derrotado totalmente enquanto se está na forma de bolinha, algo inédito na série. Echoes também foi o primeiro titulo da série a apresentar um modo multiplayer.

METROID PRIME HUNTERS

O único jogo da série para o Nintendo DS se passa entre os eventos de Metroid Prime e Metroid Prime 2: Echoes. Na galáxia de Tetra, na região conhecida como Alimbic Cluster, a civilização Alimbic simplesmente desapareceu e deixou para trás oito artefatos e uma mensagem: "O segredo para o poder supremo está no Alimbic Cluster". Agora, vários caçadores de recompensas, de todas as partes do universo, estão atrás desse poder. A Federação Galáctica decidiu então enviar Samus Aran para investigar o local e garantir que o tal poder não caia em mãos erradas.

A jogabilidade de Hunters foi muito bem adaptada para o portátil para permitir o jogo em primeira pessoa. Com o direcional (ou os botões, para os canhotos) você anda para frente e para os lados e, com a Stylus, controla a direção. Os tiros são dados com o botão L ou R. Para atirar mísseis, mudar de arma, virar bolinha ou acionar o Scan Visor basta selecionar o respectivo ícone na tela de toque. Os pulos são executados com um rápido toque duplo na telinha.

Hunters foi o primeiro jogo da série que permitu (e fez-se necessário) explorar mais de um planeta para avançar. Além disso, o jogo claramente foca muito mais no combate com os outros caçadores e um pouco menos na exploração. Há poucas cargas de mísseis e energy tanks, e não há Power Bombs e upgrades para a Power Suit. Os chefes também são um pouco repetitivos. Mas o jogo é muito bonito, colorido e contém diversas animações, que podem ser acessadas pelo menu principal após serem vistas pela primeira vez na história, e contém ainda um modo multiplayer, que pode ser jogado localmente ou através da Internet.

METROID PRIME 3: CORRUPTION

Com a ascenção de uma nova geração de consoles, Metroid Prime 3: Corruption foi lançado diretamente para o Nintendo Wii e trouxe à série muitas novidades. Além disso, narra o fim de toda a história relacionada ao Phazon e a Dark Samus.

Seis meses após os eventos de Echoes, uma das unidades de computador da Federação Galáctica, chamada de Aurora Unit, foi infectada por um vírus. Na investigação do caso, descobre-se que o vírus partiu de uma unidade roubada pelos Space Pirates quatro meses antes. A Federação então convoca diversos caçadores de recompensas, entre eles Samus Aran, e eles se reúnem na nave Olympus. Enquanto os caçadores se reunem com os oficiais da Federação, a nave é atacada. Com a ajuda dos outros caçadores, Samus evitou danos mais sérios e impediu que um meteoro colidisse com a nave. Mas, ao final de tudo, ela é atingida seriamente por um ataque de ninguém menos que Dark Samus.

Após muito tempo em coma, a garota acorda e descobre que sua Power Suit foi corrompida pelo Phazon e que a substância está sendo produzida naturalmente pelo seu corpo. Com isso, ela agora usa uma PED Suit, ou Phazon Enhancement Device (Dispositivo de Melhoramento Phazon) para aumentar brutalmente seu poder destrutivo em troca de sua energia. Agora, ela deve viajar para dois planetas, Bryyo e Elysia, para purificá-los da ameaça do Phazon.

Além de uma excelente história, Corruption traz diversas novidades à série. Pela primeira vez, a série conta com cenas animadas para contar detalhes da história e as conversas se passam com dublagem de voz! Que, aliás, ficaram muito bem feitas. O jogo também utiliza as funcionalidades do Wii Remote em várias situações com bastante êxito: o Grapple Lasso, por exemplo, uma espécie de chicote usado com o movimento do Nunchuck, pode ser usado para arrancar objetos do chão, escudo de inimigos e remover obstáculos de passagens estreitas. A nave também é utilizada para outras funções além de salvar o jogo e pode ser controlada com um visor dedicado a ela, o Command Visor, que pode trazer a sua nave para pontos específicos do mapa, atirar em objetos específicos, entre outros. Além do Scan e do Combat Visor, o X-Ray Visor está de volta.

METROID PRIME TRILOGY

No Japão, em Fevereiro e Junho de 2009, foram lançados Metroid Prime e Metroid Prime 2: Echoes para Wii, dentro da série New Play Control!. Mas esses dois titulos só chegaram ao novo console da Nintendo no resto do mundo a partir de Agosto, quando saiu Metroid Prime Trilogy, uma coletânea da trilogia lançada em uma edição de colecionador. E a edição é de colecionador de verdade, pois o pacote é bem generoso. O jogo vem em uma caixa metálica, recoberta por uma capa especial. Dentro da caixa, um único DVD de camada dupla, o manual de instruções e um pequeno encarte preto, com artworks inéditas e toda a história da trilogia Prime contada em detalhes. Para tornar o produto ainda mais especial, a Nintendo anunciou, dia 8 de Janeiro de 2010, que o jogo não seria mais produzido. O negócio é realmente de colecionador.

Os jogos originais de GameCube receberam um tratamento de luxo. Ambos tiveram sua jogabilidade adaptada aos moldes de Corruption, os gráficos foram melhorados e o tempo de espera de Loading foi reduzido. A dificuldade desses dois jogos também sofreram modificações, graças às reclamações dos jogadores de que alguns chefes eram muito difíceis. O modo normal de Trilogy é mais fácil que o das versões do GameCube. O modo Veteran se assemelha ao nível de dificuldade original e um terceiro modo, o Hypermode, é aberto ao terminar cada jogo em qualquer dificuldade.

METROID: OTHER M

Other M foi anunciado pela primeira vez na E3 de 2009. Em um trabalho de parceiria entre a Nintendo e a Team Ninja, o jogo retornará ao estilo clássico de plataforma da série, com alguns elementos em primeira pessoa, e se passará entre Super Metroid e Metroid Fusion.

Informações sobre a história ainda são muito vagas, mas sabe-se que o comandante Adam Malkovich aparecerá em pessoa. Na Nintendo Summit, aspectos da jogabilidade foram revelados: o jogo será, primariamente, em terceira pessoa, no estilo plataforma de Super Metroid e Metroid Fusion, e o Wii Remote será segurado lateralmente, como em New Super Mario Bros. Wii. Mas, apontando o controle para a tela, a visão mudará imediatamente para a primeira pessoa, no mesmo estilo da série Prime, onde será possível atirar mísseis e observar os locais em profundidade.

E o jogo já tem data de lançamento: 27 de Junho de 2010. Alguém duvida que será um jogo com M maiúsculo?